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Um carro parado tem de ter seguro?

 
 
 

Sim, até um carro parado tem de ter seguro. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia e, segundo a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), caso não tenha seguro, o proprietário terá de responder por eventuais danos causados pelo automóvel em questão. 

"A deliberação do Tribunal de Justiça da União Europeia chegou em setembro de 2018. Confirmou que a celebração de um contrato de seguro de responsabilidade civil automóvel é obrigatória, mesmo no caso em que o veículo, continuando matriculado e estando apto a circular, se encontra, por opção do seu proprietário, estacionado num terreno particular", pode ler-se numa nota divulgada no site da DECO. 

A sua carta de condução é anterior a janeiro de 2013? Saiba quando deve renová-la

 
 
 

Os condutores que tenham obtido a carta de condução antes de 02/01/2013 devem renová-la, independentemente da data de validade que consta no documento.

A carta de condução deve ser revalidada de acordo com as idades constantes na tabela independentemente da validade que consta na carta.

 

Quando é que devo renovar a minha carta?
Os condutores que tenham obtido a carta de condução antes de 02/01/2013 devem renová-la aos 50, depois aos 60, aos 65, 70 e depois de 2 em 2 anos, independentemente da data de validade que consta na carta.

 

E se deixar passar o prazo de renovação?
Após 2 anos sem que tenha revalidado a carta, terá de efetuar uma prova prática, caso pretenda obter novo título de condução. Este procedimento dispensa a inscrição numa escola de condução e realiza-se em regime de autopropositura.

 

A carta de condução pode ser cancelada?
Após 5 anos sem que tenha revalidado a carta, e o titular não seja portador de idêntico documento de condução válido, a carta de condução é cancelada. O condutor fica, para todos os efeitos legais, não habilitado a conduzir os veículos para os quais a carta fora emitida e terá de se inscrever numa escola de condução para readquirir o título.

“Não há políticas para estimular poupança”

 
 
 

António Bagão Félix está preocupado com a poupança nacional. Para o ex-ministro das Finanças, não há políticas para estimular o aforro e “tudo favorece o endividamento”. António Bagão Félix foi ministro da Segurança Social e do Trabalho do governo de Durão Barroso, assumindo depois a pasta das Finanças no executivo do também social-democrata Pedro Santana Lopes. Para o antigo governante, a introdução de um sistema complementar de capitalização – previsto na Lei de Bases da Segurança Social de 2002, que ajudou a criar – é essencial para acautelar as poupanças dos portugueses nos anos da reforma.

 

Um seguro ou um plano de saúde?

 
 

No momento da escolha tem de analisar a sua situação. Saiba quais são as vantagens e desvantagens de cada uma destas modalidades.

 

Na hora de proteger a sua saúde, saiba que tem duas opções: fazer um seguro de saúde ou subscrever um plano de saúde. As principais diferenças estão na abrangência das coberturas e no reembolso das despesas.

 

Num seguro de saúde, o segurado paga um valor (mensal, trimestral ou anualmente) e aquando da consulta ou tratamento, o segurado paga apenas uma parte, sendo o restante garantido pela seguradora que paga diretamente à entidade ou fazendo o reembolso mais tarde. Num plano de saúde, o valor pago mensal ou anualmente dá acesso a uma rede de descontos em várias clínicas que cobram um preço convencionado.

 

No momento da escolha tem de analisar a sua situação. Gasta muito dinheiro em despesas de saúde regularmente? Pretende um serviço que proteja emergências? São perguntas que tem de responder.

 
Ir de férias e deixar o lar seguro? Estas dicas são meio caminho andado
 
 

 

Entre muitos cuidados a ter quando se ausenta da sua casa para gozar de um período de férias mais prolongado, estão estas dicas que, desde logo, asseguram que pode viajar de consciência tranquila:

Deixe uma cópia da chave a alguém de confiança

Se vai ficar fora durante alguns dias, é aconselhável deixar uma cópia das chaves a alguém de confiança para recolher o correio, regar as plantas ou alterar a posição de estores e cortinas. Além disso, não é demais avisar os vizinhos para que possam estar atentos a qualquer movimento fora do normal.

Use lâmpadas com fotocélulas

Uma lâmpada de fotocélula é uma excelente opção para simular que a casa está ocupada. O funcionamento é simples, uma vez a lâmpada acende quando o ambiente está escuro e apaga quando deteta a claridade do dia. Assim, é possível não gastar muita eletricidade para simular os ciclos normais de uma casa habitada.

Feche a água e o gás e desligue o quadro elétrico

Para evitar pequenas inundações, fugas, explosões ou até curto-circuitos, é sempre importante certificar-se de que está tudo desligado, desde o contador da água, do gás e o quadro elétrico.

Faça um seguro de habitação

Mesmo utilizando diferentes técnicas, é sempre importante garantir a segurança da casa e do seu recheio. Neste caso, a Zurich tem a solução Zurich Lar Seguro, com 46 coberturas base que incluem incêndio, raio e explosão, calor, tempestades, inundações, danos por água, responsabilidade civil para o segurado e agregado familiar, furto ou roubo, roubo de dinheiro, entre muitas outras. Para quem vive no meio rural também é possível encontrar uma solução adaptada, com apólices que incluem a cobertura de explorações agrícolas, incluindo animais, entre as demais coberturas da habitação.

Solicite o serviço Programa Especial “Operação Férias”

Avise a polícia de que vai ausentar-se e em que período. Trata-se do Programa Especial “Operação Férias”. Desta forma, o patrulhamento policial da sua zona de residência terá essa informação e estará alerta para algo fora do habitual que possa acontecer. Este programa decorre entre julho e setembro e o serviço deve ser solicitado até 48 horas úteis antes da ausência.

Sónia Bexiga
03 Jul 2018
In jornaleconomico.sapo.pt

 
Bateram-lhe no carro e fugiram? Ou não têm seguro? Saiba o que fazer
 
 

 

Existe um fundo com regras bastante rígidas que o pode auxiliar caso se encontre numa destas situações.

Circular na estrada implica vários cuidados. Além do que o condutor pode fazer, importa notar que está sempre sujeito a riscos causados por terceiros.

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões controla um fundo público que indemniza as vítimas de acidentes de carro em casos em que o culpado não tem seguro no seu automóvel ou quando é desconhecido.

Note no entanto que este fundo de garantia automóvel obedece a regras muito rígidas.

Quando o culpado do acidente é conhecido, mas não tem um seguro válido, quando não se conhece o responsável ou quando o carro que causou o acidente foi abandonado sem seguro, tem direito a indemnização por danos materiais. Note que na situação de abandono, a policia tem de confirmar o abandono.

Há direito a indemnização por danos corporais nos casos em que não se conhece o responsável pelo acidente ou quando este não tem seguro automóvel válido. Também se insere aqui os casos em que a seguradora do culpado está insolvente.

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões tem 32 dias úteis para informar se paga o arranjo do veículo.

Este é um tema complexo e se alguma vez se encontrar numa destas situações deve desde logo alertar as autoridades.

Depois, participe o acidente ao fundo de garantia automóvel presencialmente ou através do site.